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Em Belo Horizonte, plantio de árvores para compensar cortes não ocorre no mesmo ritmo

Por duas vezes no último mês fui entrevistado pelo Jornal O Tempo sobre a arborização e manutenção das áreas verdes em Belo Horizonte nos últimos anos. Não consegui ter acesso a matéria publicada, mas encontrei um texto da ANDA (Associação Mineira de Defesa do Meio Ambiente) citando alguns dos meus vários comentários feitos por telefone aos repórteres. Eles chegaram até mim pelos comentários que fiz aqui no início do ano passado sobre o corte de árvores no Parque Municipal e pela repercussão da notícia. Fico feliz ao ver a imprensa levantando a questão novamente. A arborização e a manutenção das áreas verdes em Belo Horizonte é discutida desde a fundação da cidade, e já foi sinônimo de desenvolvimento e qualidade de vida, diferentemente do que temos hoje em termos de concepção de cidade. Infelizmente prevalece o asfalto e a ampliação de vias públicas para receberem cada vez mais veículos particulares.

Abaixo vocês podem ler a reportagem dO Tempo comentada pela ANDA:

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Quando as árvores em Belo Horizonte não matavam pessoas

Retirado da “Mensagem apresentada ao Donselho Deliberativo pelo Prefeito Christiano Machado Monteiro em outubro de 1928”

No dia 12/02/2011 comentei neste blog um e-mail contestando o corte de 36% das árvores do Parque Municipal no Centro de Belo Horizonte. Citei indiretamente também os relatórios e mensagens de prefeitos das primeiras décadas da capital, que tratavam a arborização da cidade como medida essencial para manter a cidade moderna e elegante.

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Árvores ameaçadas de corte no Parque Municipal

Recebi nesta manhã um e-mail convocando uma manifestação em defesa das árvores ameaçadas de corte no Parque Municipal, em Belo horizonte. O texto trouxe algumas questões interessantes sobre a decisão de cortar 36% das árvores do Parque Municipal.

A arborização da cidade é um assunto constante nos relatórios de prefeito e jornais impressos durante as primeiras décadas de existência da capital de Minas Gerais. Em 1902, por exemplo, o poder publico dizia que havia arborizado o máximo de ruas, avenidas e praças e que uma cidade moderna como a nova capital não poderia nunca deixar de plantar árvores e cuidar dos seus jardins.

Leia parte do e-mail que recebi e a convocatória para manifestação com links e referências para maiores informações:
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